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Território · Combustível

O que acende a sua energia

Descubra os seus combustíveis, de autonomia e maestria a propósito e conexão, pela Teoria da Autodeterminação e por Daniel Pink.

Este teste de motivação se baseia na Teoria da Autodeterminação de Deci e Ryan (três necessidades psicológicas básicas: autonomia, competência e vínculo) e no modelo de Daniel Pink (autonomia, maestria e propósito). São 30 afirmações que medem seis combustíveis e o equilíbrio entre motivação autônoma (de dentro) e controlada (de fora). A pesquisa mostra que a motivação mais autônoma costuma sustentar melhor o bem-estar. É uma estimativa de autoconhecimento, não um diagnóstico.

Conhecer os 6 combustíveis

30 perguntas · ~6 min · grátis

Território de Combustível

Seus seis combustíveis

O contorno mostra o peso de cada motivador para você, já descontada a sua média, para revelar o que te move mais que o resto.

Em ordem de força

Quanto mais à direita, mais aquele combustível te move, comparado aos demais.

Autônomo ou controlado?

Combustível autônomo vem de dentro (autonomia, maestria, propósito, conexão); controlado vem de fora (reconhecimento, segurança). A pesquisa da Autodeterminação mostra que a motivação mais autônoma costuma sustentar melhor o bem-estar e a persistência.

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Você nas áreas da vida

Como o seu combustível principal tende a aparecer no dia a dia: o que jogar a favor e o que equilibrar. Estimativa de desenvolvimento, nunca veredito.

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Como é calculado — e a base científica

O teste combina duas referências consagradas. A Teoria da Autodeterminação (Deci & Ryan) identifica três necessidades psicológicas básicas: autonomia (agir por vontade própria), competência (sentir-se eficaz e em evolução) e vínculo (sentir-se conectado às pessoas), cuja satisfação alimenta a motivação e o bem-estar. Daniel Pink popularizou um trio próximo: autonomia, maestria e propósito.

Medimos seis combustíveis: autonomia, maestria, propósito, conexão, reconhecimento e segurança. São 30 afirmações (5 por combustível) em escala de 1 a 5. Como motivação é uma questão de prioridades relativas, aplicamos a centragem: subtraímos a sua média geral, revelando o que te move mais em relação ao resto. Por fim, calculamos o equilíbrio entre motivação autônoma (autonomia, maestria, propósito, conexão) e controlada (reconhecimento, segurança). É uma distinção central da teoria, ligada a persistência e bem-estar.

Confiabilidade · limitesA motivação muda com o contexto, a tarefa e a fase da vida: você pode ter combustíveis diferentes no trabalho e fora dele. Isto é autorrelato e uma simplificação: trate como uma fotografia do que te move hoje, não um rótulo fixo. Referência: 2026.
Modelo · base científicaBaseado na Teoria da Autodeterminação (Deci & Ryan) e no modelo de Daniel Pink, com itens próprios inspirados nos construtos. Nem motivação “controlada” é ruim nem “autônoma” é sempre melhor. As duas têm o seu lugar.
Importante · leia antesFerramenta de autoconhecimento e desenvolvimento; não substitui avaliação psicológica formal. No Brasil, testes reconhecidos (SATEPSI/CFP) só podem ser aplicados por psicólogo com CRP. Resultado é estimativa, não diagnóstico.

Um resultado destrinchado EXEMPLO ILUSTRATIVO

Um perfil fictício, montado para mostrar como a conta funciona. Não são dados de nenhuma pessoa real.

Imagine o Otávio, desenvolvedor há oito anos. São 30 afirmações, 5 por combustível, de 1 a 5. Médias brutas: maestria 4,6, autonomia 3,8, reconhecimento 3,8, segurança 3,6, propósito 3,4, conexão 3,0.

A média geral das 30 respostas é 3,7, e é ela que subtraímos de cada combustível na centragem. Maestria vai para +0,9; autonomia e reconhecimento, para +0,1; segurança, −0,1; propósito, −0,3; conexão, −0,7. A distância entre o primeiro e o segundo, de 0,8 ponto, é enorme nesta escala: maestria não ganhou por pouco, ganhou sozinha.

Falta o segundo cálculo, o do equilíbrio. A média dos quatro combustíveis autônomos (autonomia, maestria, propósito e conexão) dá 3,7; a dos dois controlados (reconhecimento e segurança), também 3,7. Empate. O que parecia um perfil puramente intrínseco, olhado só pelo topo da lista, tem um lastro externo do mesmo tamanho.

Leitura final: o Otávio se move por ficar bom em algo difícil, e precisa que alguém note que ele ficou. Na prática: aceita de bom grado a tarefa espinhosa que ninguém quer, e desanima se ela for entregue em silêncio. O conselho aqui não é “buscar motivação interna”, é escolher lugares onde trabalho difícil seja visível. E a conexão no fim da lista completa o quadro: ele não precisa de time para se motivar, o que costuma ser um risco silencioso em anos de trabalho remoto.

Nota do autor

Fiz este teste depois de perceber que quase todo mundo sabe o que faz, mas quase ninguém para para pensar por quê. Ancorei nos motivadores da Teoria da Autodeterminação (autonomia, maestria, propósito) porque foram os que melhor se sustentaram na pesquisa. É o teste que eu mais aplico em mim mesmo quando bate o desânimo.

Vinicius Fonseca · Achou algo estranho ou tem uma sugestão? me conte.

Perguntas frequentes

Em que se baseia este teste de motivação?

Na Teoria da Autodeterminação de Deci e Ryan (necessidades de autonomia, competência e vínculo) e no modelo de Daniel Pink (autonomia, maestria e propósito). Os itens são próprios, inspirados nos construtos.

O que é motivação autônoma e controlada?

Autônoma vem de dentro: interesse, valores, sentido. Controlada vem de fora: recompensa, status, pressão. A pesquisa mostra que a motivação mais autônoma costuma sustentar melhor o bem-estar e a persistência, mas as duas têm seu papel.

Ter um combustível baixo é ruim?

Não. Ninguém é movido por tudo ao mesmo tempo. Um combustível baixo só significa que ele te move menos hoje, o que é útil para você desenhar trabalho e rotina em torno do que de fato te acende.

É gratuito?

Sim, 100% grátis, sem cadastro nem e-mail. O resultado aparece na hora e fica salvo só no seu navegador.

Quanto tempo leva?

Cerca de 5 a 7 minutos. São 30 afirmações em escala de 1 a 5.

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Por Vinicius Fonseca · Revisado com fontes abertas e acadêmicas · Atualizado em julho de 2026 · Metodologia